sábado, 12 de novembro de 2016

On Arrival Training - The End

Ora bem, hoje escrevo-vos já de Vukovar, na cama, completamente exausta, mas feliz! Chegou ao fim o On-Arrival Training. Foram dias muito muito bons!

Na terça-feira à noite ainda fizemos uma party na nossa sala de atividades até às 3h da manhã, mais coisa menos coisa. Que aqui faz de nós muito badass, tendo em conta que por estes lados parece que a vida acaba às 18h, um bocado depois do sol acabar o turno às 16h30.

Como já vos tinha falado, na quarta-feira passámos o dia em project planning. Os trainers, a Sunčana e o Domagoj, deram-nos o tópico da juventude em Orahovica e dividimo-nos em quatro grupos de trabalho. A nossa abordagem devia passar por avaliar as necessidades através de pesquisa documental, definir um objetivo e propor atividades que suprissem essas necessidades. Assim, percebemos que um grande problema em Orahovica é o desemprego, tendo este maior prevalência em mulheres até aos 25 anos. Definimos este como grupo alvo e decidimos motivar estas jovens a aproveitar os recursos que existem na cidade, como o lago, as ruínas do castelo e os trilhos de floresta, para criar novas oportunidades de trabalho.
Decidimos então ir até ao centro da cidade e chamar a atenção com um flashmob, e uma vez captado o nosso público alvo fazer algumas dinâmicas de grupo. Trabalhámos muito, aprendemos uma coreografia e fomos até à cidade, munidos de colunas e balões, prontos para o bailarico. Botámo-nos à frente do supermercado e da igreja, que nos pareceu ser o melhor local.




















Acontece que Orahovica é uma pequena parvónia e se passaram por nós dez pessoas foi muito. Assim na loucura quinze, vá! Das quais talvez três fossem jovens. E quando tentámos abordar as pessoas para explicar o nosso objetivo, tenho quase quase a certeza que nos mandaram para sítios feios. Foi uma das coisas que me fez mais confusão. Se fosse em Portugal, muito provavelmente as pessoas iam parar para ver, tirar fotos e iriam querer saber o que é que estávamos ali a fazer, mas ali olharam-nos como se fôssemos aliens. E idiotas.
Ainda tentámos fazer alguns contactos e trazer as pessoas até ao nosso edifício à noite, mas ninguém apareceu.

Na quinta-feira de manhã, tivemos de fazer a apresentação do nosso projeto e mostrar se tínhamos atingido, ou não, os nossos objetivos. Assumimos que não conseguimos concretizar aquilo a que nos propusemos, no entanto, aprendemos com isso. Os trainers reconheceram que não tivemos condições para atingir o objetivo, salientaram o nosso esforço e o facto de não termos desistido. E divertimo-nos imenso, é o mais importante!


Para mostrar o nosso trabalho, apresentámos um pequeno vídeo, que eu fiz so-zi-nha! Estou muito orgulhosa de mim e das minhas competências, apesar de na realidade parecer um vídeo para a apresentação de um trabalho no secundário.

Ainda ontem de manhã, negociámos com os trainers uma hora de almoço maior para ir conhecer então o lago e o castelo.












Foi fantástico, a paisagem é linda mesmo! Parte chata número um: tivemos de andar imenso e subir imenso até ao castelo pelo meio da floresta. Alguns de nós desistiram no caminho, mas eu fui até lá acima! Parte chata número dois: os caminhos estavam completamente em lama, e se foi bonito para subir, imaginem a descer. Quando estávamos a descer alguém disse "Quem é que vai ser o primeiro a cair?" e eu apostei que ia ser eu. Guess what? Pois. Escorreguei e caí de rabo na descida! Nada de grave, como eu disse foi uma "gentle fall" e nem sequer me sujei muito. No final, ao olhar para os meus pés só parecia que tinha vindo da Queima, tudo tranquilo portanto.



Depois disto tudo regressámos ao trabalho. Fomos novamente divididos em quatro grupos e o meu grupo foi incumbido de fazer um role play, basicamente pintando um cenário muito negro do que poderia acontecer num EVS.
Criámos então uma cena na qual os voluntários estavam a ser quase escravizados, o boss exigia demasiado deles e chegava a falar de forma agressiva. Perante a postura dele, os voluntários assumiam atitudes diferentes: um contestava e o outro queixava-se, mas no fim dizia que sim a tudo. Também o mentor, que neste caso era eu, que é uma figura que visa proporcionar apoio e suporte aos voluntários, que deve ser imparcial e externa à organização, tinha uma relação próxima de amizade com o boss, por isso desvalorizava as queixas dos voluntários.

Pegando no nosso role play, os restantes grupos deviam dar aos voluntários (porque é esse o nosso papel) sugestões para agir de forma diferente e lidar com a situação de uma forma eficaz, comunicando de forma assertiva. Perante isto, fizemos de novo o role play, completamente de improviso, seguindo as sugestões dos nossos colegas.
Foi muito giro de fazer e elogiaram-nos a capacidade de representação também! Sempre a somar.

No final, a Sunčana e o Domagoj deram-nos cartas que foram escritas por outros voluntários. A mim calhou-me esta:

Achei isto mesmo incrível. Eu que ainda estou aqui um bocadinho perdida senti que esta carta me deu um bocadinho de sentido e de orientação. E vou seguir religiosamente os conselhos da Andreea! Só não a consigo encontrar no Facebook. Mas eu sou teimosa e não desisto.

A seguir tivemos um jantar típico da Croácia. Como welcome drink, rakija, que para mim é semelhante ao bagaço, e que é portanto uma excelente forma de combater o frio! Boa maneira de começar. A ementa incluía muita carne, mas eu mantive obviamente a opção vegetariana.


É de salientar a maravilhosa adaptação da sarma, que usualmente leva carne picada envolta numa folha de pickle de couve, feita com soja. Diz-se por aqui que a sarma está no seu auge quando é aquecida pela sétima vez.


A acompanhar, o vinho. Provei o branco e o tinto e gostei dos dois! Só achei mais fraquinhos que os nossos no que toca ao grau.

Depois do jantar, party again. Dançámos a dança do quadrado. Fizemos jogos tolos e atirámo-nos para o chão a rir. Fizemos danças típicas croatas e lituanas e caí mais duas ou três vezes porque aquilo era uma confusão. Dançámos Ricky Martin, Beyoncé e Shakira. Também não faltou Britney. Até karaoke de "Lachate mi cantare" e "Obsessión". E com isto eram 4h da manhã.



Às 9h recomeçámos os trabalhos. Os trainers alertaram-nos para a importância de planificar o nosso EVS e pediram-nos que nos imaginássemos no final e que nos desenhássemos (tentem, por favor, ignorar o facto de isto parecer, em simultâneo, que foi feito por um miúdo de cinco anos e por um psicótico).


É isto que eu imagino. Imagino-me com umas asas ainda maiores e "on top of the world". Mais confiante, mais experiente, mais rica (não em dinheiro obviamente, sou voluntária!). E claro, com as minhas pessoas, todos vocês, na minha retaguarda, a inspirarem-me sempre a ir mais além, a ser melhor e prontos a amparar-me em qualquer momento. A segunda imagem ilustra a forma como pretendemos alcançar o nosso objetivo para o nosso EVS e uma frase que nos pediram para escolher de entre várias. Eu planeio viajar muito, colecionar fotografias, memórias e bons momentos. Fazer novos amigos e visitar os que já fiz. Conto sentir-me feliz, desorientada, triste, deprimida, radiante, zangada e nostálgica. Espero conseguir superar obstáculos. E aprender, aprender muito! A não esquecer: "experience is not what happens to you, is what you do with what happens to you".

O último exercício foi desenharmos a nossa mão e fazê-la passar por toda a gente, para que cada um escrevesse alguma coisa sobre nós. Atendendo à minha, acho que as pessoas até me curtem.



E pronto, é isto. Agora vou só ali falecer um bocadinho, está bem?


Beijinhos!


A Becks, a nossa mascote nos últimos dias!

Em Osijek

terça-feira, 8 de novembro de 2016

On Arrival Training - Days 1 and 2

Hello!

Ontem viemos para Orahovica, onde vamos ficar até 6ª feira, para o On Arrival Training, uma formação onde nos dão informação acerca do EVS, desenvolvemos o trabalho de equipa, competências de comunicação, etc em dinâmicas de grupo.

Já aprendi a expressão croata "polako" que basicamente significa "tranquilo, favorável, está tudo bem, deixa andar". E na Croácia, sobretudo em Vukovar, tudo é completamente polako. Espera-se meia hora por um café porque "polako".
Para ilustrar: Ontem tínhamos autocarro às 9h40. Saímos de casa às 9h40, caminhámos tranquilamente até à paragem para apanhar o seguinte, comprámos os bilhetes, esperámos e ainda acabámos por apanhar o autocarro das 9h40. Perfeito!



Fomos então de autocarro até Osijek, uma cidade maior que fica a 30km de Vukovar, e depois apanhámos o comboio em Osijek para Orahovica. Ao pé de nós no comboio vinha uma senhora croata velhota que a dada altura decidiu meter conversa. Não percebi nada, como devem imaginar, mas o meu colega Roberto, de alguma forma conseguiu manter toda uma conversa com ela, entre algumas palavras em croata, inglês e espanhol pelo meio, acompanhadas de muitos gestos expressivos. Limitei-me a sorrir e acenar.

Estação de comboios de Osijek
   


Tenho esta semana uma roommate espanhola, Noelia, e conheci o Diogo, um rapaz não só português, mas de Coimbra! Qual é a probabilidade?! Costumo dizer que "o mundo é um bidé", mas já passei a "o mundo é uma saboneteira".

Orahovica da janela do quarto

Durante o dia de ontem definimos quais são os nossos objetivos e o que queremos retirar desta experiência de EVS, fizemos pirâmides com balões para estimular o trabalho em equipa e fomos fazendo energizers para ajudar a manter a atenção focada.

A nossa pirâmide
  

Começámos por nos apresentar de uma forma criativa. Colocaram várias cartas numa mesa e pediram-nos para escolher uma. Depois devíamos apresentar-nos e explicar a razão pela qual escolhemos a nossa carta. Eu escolhi esta:


E a minha justificação foi mais ou menos isto: esta carta representa mais ou menos a pessoa que eu era há algum tempo. (Metaforicamente) olhava para os pássaros e achava fantástico que eles voassem, mas não queria ou achava que não era capaz de fazer o mesmo. Mas depois a vida aconteceu e a minha abertura à experiência aumentou significativamente e aqui estou eu.

Uma das coisas que falámos e que achei muito interessante, foi uma teoria (muito semelhante à que a minha amiga Joana Melo aprendeu durante o EVS dela) que consiste no seguinte:




Isto é, temos a nossa zona de conforto, onde tudo é familiar, fácil e não há nada de novo; a stretch zone, onde já nos desafiamos a sair da zona de conforto e a aprender; a crisis zone, onde aprendemos não da melhor forma, pode ser difícil e podemos chorar, mas aprendemos alguma coisa; e por fim a panic zone, onde já estamos tão longe daquilo que nos é confortável que entramos em pânico, congelamos e já não conseguimos sequer aprender nada.
Neste momento acho que estou na stretch zone, apesar de ter pensado que ia estar mais na crisis. Mas está a correr tudo tão bem e está a ser tão bom...!

A comida é óptima também! Tenho estado fazer refeições vegetarianas (como não como carne, logisticamente é mais fácil pedir vegetariano) e são óptimas!

   

Ontem e hoje já conheci tantas pessoas, já partilhámos tantas experiências dos nossos países de origem que não imaginam. Aqui há sobretudo espanhóis, eu e o Diogo portugueses, também pessoas de Itália, Macedónia, Lituânia, além dos treinadores que são croatas. São todos pessoas impecáveis, estamos a gostar imenso de nos conhecer e já estamos a fazer planos para viajar!

Ontem à noite fomos a um bar no centro da cidade, e uma das raparigas quando ia pagar percebeu que todo o dinheiro que tinha trazido (400 kuna, aproximadamente 50€) tinha desaparecido. Roubado, portanto. Hoje a organização lidou com a situação de uma forma incrível: falaram no assunto de manhã antes de começarmos e disseram que tanto quanto se sabia podia ter sido qualquer pessoa que ali estava, e decidiram colocar aqui ao pé dos nossos quartos uma caixa onde a pessoa que tirou o dinheiro o poderia eventualmente colocar sem ser identificada. Eu fiquei mesmo surpreendida pela positiva. Em Portugal certamente que não teria sido desta forma!
Como a caixa permaneceu vazia, nós voluntários, entre todos, decidimos reunir os 400 kuna e demos à Simona no final do dia de hoje. Ela ficou muito sensibilizada, mas diz que não quer ficar com o nosso dinheiro, por isso vai comprar bebidas para todos para amanhã à noite. Acho que funciona!


Cerveja aqui só de 0,5 l para cima

Durante o dia de hoje estivemos sobretudo a trabalhar em project management. Deram-nos um tópico para trabalhar e passámos a tarde de hoje a identificar as necessidades na comunidade em Orahovica e vamos passar o dia de amanhã a trabalhar em definir objetivos e organizar atividades.

Por hoje é tudo! Tenho tido bom feedback da vossa parte e espero que continuem a gostar de saber de mim!
Beijocas :)

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Aventuras do prefácio

Olá a todos!
Apresento-vos a minha nova casa, onde vos vou por a par desta maluqueira que me deu na cabeça, sem vos importunar com as notificações no Facebook. Passem aqui quando vos apetecer, quando se quiserem rir um bocado ou só para me stalkar. Espero que gostem!


Ora bem, já foram sabendo das aventuras dos últimos dias, mas vou aqui fazer um apanhado por ordem cronológica, só para que fique registado:

Aeroporto de Zurique:
- Sem dormir decentemente há 24 horas e com uma escala de 23 pela frente, a primeira coisa que me enervou foi a senhora dos microfones a chamar passageiros que não me deixava dormir. A segunda foi a comida a preços estupidamente absurdos, de aeroporto e na Suíça.

- Às 22h consegui mais ou menos dormir duas ou três horinhas (quando a senhora dos microfones lá se calou). Quando acordei um rapaz veio perguntar-me qualquer coisa e iniciamos todo um diálogo, no qual fiquei a saber que ele é egípcio e estuda na Alemanha e às tantas acabámos a falar sobre taxas de desemprego e instabilidade política. Nisto juntou-se à festa uma simpática senhora alemã, nos seus 60, de cruz suástica ao peito.

- Uma hora mais tarde a senhora alemã da cruz suástica veio pedir-me ajuda, porque precisava de ir à conta do gmail mas não estava a conseguir e ficou sem bateria no computador. Eu ofereci-me para a deixar usar o meu e ela agradeceu muito e mudou o estaminé para o meu lado. Eram 6h20, ela de repente apercebeu-se que se calhar devia ir apanhar o avião. Eu perguntei a que horas era o voo e ela respondeu 7h20. Faltava portanto uma hora para o voo e a senhora estava calma e tranquilamente sentada a tentar entrar na conta do gmail, sem check in, sem saber qual nem onde era a porta de embarque. Eu disse-lhe que provavelmente era melhor ir andando senão ia a pé para Munique.

- Quando estava a embarcar em Zurique para Belgrado vi a minha mala de porão entrar no avião. Assim tive a certeza que ela ia! Nesse voo vim em Business Class porque já não havia lugares em económica, foi muito aborrecido. Em contrapartida achei que os meus tímpanos iam rebentar na aterragem. Acho que não se pode ter tudo.

Belgrado:
- Esperei pela mala e depois fui à casa de banho. Estava lá uma senhora da limpeza que ficou a olhar para mim como se eu fosse um bicho. Entretanto procurei a saída mas acabei a ir de elevador ter ao cimo de umas escadas rolantes que vinham dar exatamente ao mesmo sítio. Voltei a passar pela senhora da limpeza à porta da mesma casa de banho e ela já me olhou só como se fosse retardada.

- Logo na entrada para o aeroporto estava o autocarro que tinha de apanhar para a cidade. O motorista disse-me que só aceitavam dinares (que eu não tinha), mas que bastava trocar só 5€, que o bilhete custava aproximadamente 3€. Acabei por trocar 20€, já a contar com o autocarro para Vukovar, o que deu mais ou menos 2700 dinares. Voltei ao autocarro e estava outro senhor a vender os bilhetes, que não falava inglês, que entendi estar-me a pedir 3000 dinares. Enquanto estava na tarefa inglória de tentar fazer-me entender, um senhor sérvio muito simpático chamado Boyan (ele que me perdoe se escrevi mal) que se ofereceu para traduzir a conversa. Afinal o bilhete era só mesmo 300 dinares.

- Aproveitei e perguntei ao meu novo amigo Boyan onde é que tinha de sair para apanhar o autocarro para Vukovar, ao que ele me respondeu para não me preocupar que ia para o mesmo sítio. Nisto, levou-me até ao terminal, pediu indicações para mim e acabou por perceber que o meu autocarro era do outro lado da rua. Explicou-me onde era e pediu-me muita desculpa por não poder ir comigo até lá porque tinha de apanhar o autocarro dentro de 15 minutos.

- Ao chegar ao terminal certo, veio um senhor "funcionário" ter comigo a oferecer-se para me ajudar com as malas e a comprar o bilhete. Percebi que estava à espera de uma compensação monetária então estava a dar-lhe 20 dinares e ele não queria aceitar. Pensei que ele não queria aceitar por ser muito e insisti, que agradecia muito a ajuda. Ele então vira-se "são 200 dinares". Eu dei mas fiquei indignada, até perceber que 20 dinares são, mais coisa menos coisa, 16 cêntimos.

- Quando cheguei ao autocarro para Vukovar, mais uma vez o senhor motorista não falava inglês e também olhou para mim como se fosse um bicho. Percebi que tinha de pagar para colocar as malas na bagageira porque vi as outras pessoas a dar-lhe dinheiro e só percebi que eram 200 dinares porque ele me mostrou uma nota.

- Na primeira paragem não fazia a menor ideia de onde estava, porque tinha dormido um bocado e porque as placas estão todas em cirílico. Perguntei então a uma rapariga que ia no banco ao lado com quem comecei também toda uma conversa. Chama-se Maria, é da Macedónia, estuda tecnologia alimentar (segundo ela, é por isso que é vegan) e viveu o último ano no Wyoming. Adicionou-me logo no Facebook e disse que eu tenho de ir à Macedónia e ofereceu-se para me fazer uma visita guiada.

- Tenho agora dois colegas de casa, o Osmond que é francês, e o Roberto que é espanhol.

- Cheguei a Vukovar com vontade de tomar um banho e dormir uma semana, mas em vez disso fui à noite cultural na associação (YPGD). Conheci as pessoas com quem vou trabalhar e são todas impecáveis! No entanto, às 21h estava na cama.

Sábado:
- De manhã o Osmond e o Roberto mostraram-me a cidade, tomámos café e voltámos a casa para almoçar.

- À tarde o Roberto e eu fomos assistir a um workshop de robótica para os miúdos no YPGD. Gostei muito, especialmente porque entendo muito de robótica e de croata.

Domingo:
- Dediquei-me a desfazer as malas, arrumar o quarto e a separar as coisas que a antiga inquilina deste quarto, Fiona, cá deixou, entre roupa, sapatos, maquilhagem e produtos de higiene, seguindo as instruções dela, ficar com o que quisesse e despachar o resto. À tarde fomos passear outra vez e conhecer os arredores da cidade.

Amanhã vamos para Orahovica, para o On-Arrival Training, uma formação que vai reunir todos os voluntários que estão neste momento na Croácia, para nos conhecermos, trocar ideias, tirar dúvidas etc.

E pronto, para já é o que tenho para vos contar. Deixo aqui algumas fotos e mais tarde conto-vos um bocadinho da história da cidade.

Beijinhos!


Belgrado
Os Alpes